domingo, 20 de setembro de 2009

O NOME DA ROSA

Nomes que nos defina? Dentro dos limites.

A gente pode abrir mãos de algum deles.

Por exemplo sou seu amigo.

Amigo e não ficamos restrito a isso.

Por exemplo, trocamos idéias ou não ficamos

restritos ao ato de sermos amigos.

De maneira que é possível abrir mão de alguns nomes.

Alguns, não muitos.



Não vamos nos sujeitar às palavras, aos nomes ou

a gente tem a liberdade de nomear,

procurando não sermos sufocados por esta liberdade.



É que quanto mais nomes dermos às coisas,

mais definições dermos à elas, mais nos prendemos.

Isso acontece quando essa nossa liberdade,

se chocando com a dos outros,

se transforma em prisão.



Não estou dizendo nada novo,

a exemplo do desenvolvimento da Pós Modernidade.

Parte dele se centrou nessas idéias.

Agora, com o tempo a própria Pós Modernidade acabou virando

um nome, uma prisão.

Coisa maluca, não é não?



Vamos então restaurar o discurso Pós Moderno?

Com isso é possível ir deveras longe!

Fui!

* Mensagem enviada para amigos Orkut - 21 de setembro de 2009

2 comentários:

Culturas e culturas disse...

Lindo artigo,tem tudo a ver contigo,concordo com suas palavras,voce foi lançado a vida num sublime ato de doação e se saiu muito bem,tanto quanto eu que,
que fui lançada num triste ato
de descarte mas que foi minha salvação.Parabéns !Mirian.

Unknown disse...

.
Doação, descarte etc ou seja de que forma for
o ser lançado no mundo.
A partir daí o drama - tragédia,
comédia a tragi-comédia etc -,
muitas vêzes ligado à herança
de berço.
A transformação de um ato de
descarte em salvação,
o mérito.
Ainda mais quando o exemplo
está sendo repassado aos
nossos irmãos em humanidade,
o meu parabéns.
Tani
.