FILME
Tokyo Tower: Mom & Me, and Sometimes Dad.
Tôkyô Tawâ: Okan to boku to, tokidoki, oton (2007).
Tokyo Tower: mamãe, eu e de vez em quando papai.
Sochiku, Nippon Television Network Corporation.
Produtor Miyoshi Kikuchi
Produtores Executivo Seiji Okuda, Shigehiro Nakagawa, Sun Chiapang.
Direção de Joji Matsuoka.
Baseado na autobiografia de Lily Franky.
Na foto abaixo e à direita Makun, Joe Odagiri, conduz a sua mãe.

Joe nascido em 16 de fevereiro de 1976 em Tsuyama, Okayama.
Fazia um bom tempo que Makun não tomava as mãos da sua mãe, o faz recordando uma cena parecida e ocorrida a mais de 30 anos atrás. Usava na ocasião um boné amarelo, calça curta e caminhava preocupado em não cair da linha férrea, acompanhando a sua mãe que o conduzia. Agora era ele quem a conduzia, numa aproximação pela adversidade, para o seu internamento hospitalar.
A Torre de Tókyo os uniu, algo que iniciara a muito tempo atrás, e agora servia de cenário onde ambos desempenhavam os seus papéis. A princípio de uma mãe preocupada com o filho e de um filho desconfiado que havia falhado em algum ponto com ela. Ponto este que nem ele mesmo não sabia o certo onde. Talvez a sua indolência ou o de não-se-estar-nem-aí-com-nada, com um dos ¨nada¨ sendo as economias materna. Desconfiança esta dirimida não diretamente pela mãe, mas pela namorada que lhe contou ter sua mãe segredado estar satisfeita com ele.
Que Makun havia, já no início das andanças por Tókyo, recompensado tudo que ela havia feito por ele. E estava contente com o yasashisa do filho, pois entendia que Makun poderia ter se perdido na fria, gélida e dura concretude de Tókyo. De um outrora e mimado filho, de uma certa forma frágil, depois de mais de 15 anos encontrou um filho carinhoso, talentoso e bom de coração.
¨Okan, arigatou-ne!¨ - Makun. Esta é, na verdade, uma frase de Nakagawa ou o do Makun adulto. De um filho que havia reconstruido a história da mãe e reconhecido a importância e relevância do seu papel.

Um comentário:
Indiferente a sua vontade e autorização,sempre estarei lhe acompanhando não importando onde,desculpe meu atrevimento.Gosto de ler,não sou pósmodernista,e,não sei escrever nem metade que voce.Mas como lhe acompanho de muito,do tempo que éramos irmãos, continuo apreciando seus artigos.Não me acho no direito de lhe dar uma nota neste comentário deste filme,que não assisti,já lhe disse em outro blog,mas continuo na mesma posição.A Shigueno só falava e falou especificamente o necessário.Voce também Tani,eu nem preciso mais ver o filme,voce ja disse tudo, como a vó.Eu vejo a vó completa em voce !Namastê Tani !Mirian.
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